quinta-feira, 22 de julho de 2010

;)


Eu sabia que não iria passar despercebido. Tinha uó do borogodó.
Sentia cheio de felicidade quando a gente se aproximava. O riso dele junto ao meu era algo que por mais que eu quisesse explicar, não conseguia. Mágica?
Não tinha nada de chato, até a espera as vezes se tornava emocionante, era como se esperava por algo que eu tinha certeza que chegaria. E sonhava, sonhava, imaginava, você fazia parte de mim, era como se morasse dentro de mim a mais de mil anos.
Lembro de histórias hilárias, e das inumeras vezes que falei - 'se contar, ninguém acredita'. Me referindo a coisas, pensamentos e palavras que usava quando me referia a você. Era bem mais que um sonho, as vezes tão real e brilhante,outras vezes tão fraco e fosco. Não sabia o que acontecia em dias cinzentos, sentia uma enorme saudade de algo que se quer tinha provado por inteiro, era pura saudade de você, e em dias de sol radiante a saudade marcava presença também. Estranho seria se em algum momento eu conseguisse esquecer, ou então fazer algo e não ficar imaginando o que você acharia daquilo.
É, a vida mostrou-me que sonhos por mais sonhados que sejam, mais impossiveis que pareçam ser, podem ser reais sim, porque assim como todo mundo tem o direito de sonhar, todo mundo também tem o direito de alcançar.
Eu acreditei, e hoje tenho orgulho disso.


e porque não falar desse presente como se fosse um passado sonhador?

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